
Um compêndio de quase toda argumentação em defesa do O’ME é algo do tipo: “isso é coisa dessa gente que tem uma visão altamente distorcida do O’ME e não entende a sua luta histórica e a sua importância na luta pela causa estudantil, tá ligado?”. Cada vez que alguém diz algo do tipo ao mesmo tempo em que não se pretende marxista, me dá um abatimento, uma tristeza. Um vazio no peito e uma imensa vontade de voar no pescoço do infeliz e encher-lhe de tapas. Dêem-me uma pausa para respirar, por favor... ufa. Oh céus, quem estuda ao menos um pouco, só um pouquinho mesmo!, entende a minha dor. A defesa é maravilhosa, impecável. O barbudo marxista nega a veia marxista do O’ME a partir de pressupostos puramente marxistas. Um primor!
Se eu ainda ACHO que o O’ME é composto por barbudos marxistas!? NÃAAAO! Eu SEI que é! Olha, se ainda são barbudos não sei. Alguns até são sim. Pior, a maioria nunca nem leu Marx. Mas se são marxistas? Ah são sim, ou pelo menos pensam como um. Todos eles! Barbudos ou não. E se acham que não, então são piores que os tais “antigos”, pois de tão burros já nem sabem mais o que são. Dizem até que o CCH da UFMA foi construído com base na planta de uma antiga fábrica inglesa, reparem bem, só para deixar a galera no clima.
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